quinta-feira, 21 de junho de 2012
9ª Mostra de Cerâmica Contemporânea de Autor em São Martinho do Porto
quinta-feira, 14 de junho de 2012
"Santantoino me valha..."
“Santantoino” meu amigo
Meu santo de eleição
Olha lá não te percas
Que me partes o coração
A exposição é em belém
Não há nada que enganar
É na original lisboa
Vamos lá espreitar
Não te esqueças do menino
Da vizinha e do compadre
Venham todos este sábado
Á inauguração às sete horas da tarde
sábado, 9 de junho de 2012
“Santantoino” nos valha...
Utilizando uma linguagem própria de carácter experimental e contemporâneo crio uma ponte entre o meu trabalho e os meus pensamentos, experiencias e sentimentos, bons, maus e assim-assim, momentos simples, momentos complexos que me preenchem e absorvem. Fascinada pelas histórias do imaginário infantil e tradicional assim como pela realidade que me circunda, crio através da cerâmica um mundo utópico, misterioso e ambíguo repleto de criaturas que não se calam, que não descansam, que se multiplicam, criaturas que se metamorfoseiam em diálogos contínuos.
O meu trabalho caracteriza-se pela figuração animalista, antropomórfica, pelo erotismo e conceptualismo tendo a particularidade de explorar a fusão entre materiais diferentes e antagónicos realçando as suas características plásticas e estéticas. A reciclagem de brinquedos permite a cada peça a capacidade de se manifestar despertando em cada observador uma memória emocional particular.
É desta forma que surge “santantoino” nos valha...
Transcendendo o paradigma tradicional de uma temática contígua a todos nós ouso falar dela através dos meus olhos...das minhas mãos.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Noivas de Santo António...
Marcadores:
Ceramica de Autor- Margarida Gil
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
5ª edição - Rabiscuits Bienal Arte Experimental 2011
Marcadores:
Margarida Gil
Local:
Alcobaça, Portugal
Estética da Paixão Mosteiro de Alcobaça | Associação de Cerâmica Colectivo Três Cês
“Para Sempre”
“Para Sempre”
O conceito da obra consiste na história de amor entre D. Pedro I e D. Inês de Castro.
Um Amor sem fronteiras, um amor perpétuo e intemporal.
O trabalho que apresento interpreta não a loucura ou o desejo mas a ingenuidade desse sentimento que faz de nós seres humanos capazes de ser o outro, de sentir o outro, capazes de nos sobrepujarmos a nós mesmos num simples gesto.
O conceito deste trabalho funda-se numa história de outros tempos que inspira e alimenta todos aqueles que se sentem invadidos por esse sentimento eterno o Amor.
“Para Sempre”
Amar...
Para alem da razão,
Amar...
Simplesmente amar.
Para alem do verbo,
Amar...
Para sempre amar.
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